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23/05/16

Como a internet das coisas vai atropelar o capitalismo

Nos últimos 300 anos, o mundo passou por duas revoluções industriais: a primeira liderada pela Inglaterra no fim do século XVIII, e a segunda, pelos Estados Unidos, algumas décadas depois. O pioneirismo transformou esses paí­ses em potências mundiais. De acordo com o pensamento do economista norte-americano Jeremy Rifkin, foi dada a largada para uma nova corrida industrial entre as nações, e desta vez a Alemanha saiu na frente. Guru de executivos e chefes de estado, como a alemã Angela Merkel, Rifkin explica em seu último livro, The Zero Marginal Cost Society: The Internet of Things, the Collaborative Commons, and the Eclipse of Capitalism (A sociedade do custo marginal zero: a internet das coisas, os bens comuns colaborativos e o eclipse do capitalismo), como a internet das coisas está dando origem à economia do compartilhamento, que deverá superar o capitalismo até a metade do século. 

P: O senhor diz que o capitalismo vai ser colocado em segundo plano pela economia colaborativa. Muita gente se assusta com a ideia de um mundo onde o capitalismo não é o único caminho?
Sim, mas talvez o mesmo tanto de pessoas ache essa possibilidade intrigante e mesmo esperançosa. O capitalismo está dando à luz uma espécie de filho, que é a economia do compartilhamento e dos bens comuns colaborativos. Ela é o primeiro sistema econômico a emergir do capitalismo desde o socialismo no século XX. Nós viveremos em um sistema econômico híbrido, composto pela economia de troca no mercado capitalista, e pela economia do compartilhamento.  
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20/05/16

Senado lança enquete para saber se você é contra o limite de dados da internet

O Governo Federal quer saber a opinião dos internautas em relação a um dos temas mais polêmicos que dominou o noticiário tecnológico nos últimos meses: o limite de dados da internet fixa. Em uma enquete disponível no site oficial do Senado, os usuários podem responder as questões que ficarão disponíveis neste link até 15/06.
De acordo com a página, as perguntas são relativas à proibição da limitação de consumo de dados na internet banda larga fixa e têm como base os projetos de lei 174/2016 e 176/2016, além da SUG 7/2016.
  1. Você é a favor ou contra a limitação de consumo de dados na internet de banda larga fixa?
  2. Em sua opinião, limitar o consumo de dados está ou não está de acordo com os princípios previstos no Marco Civil da Internet?
  3. Você é a favor ou contra o bloqueio coletivo de aplicativos de comunicação por decisões judiciais?
  4. Em sua opinião, com a limitação do consumo de dados na internet de banda larga fixa:

21/07/15

Maior parte dos brasileiros já pode ser considerada ‘madura’ digitalmente

Qual é o grau de sofisticação do seu uso da internet? Você é daqueles que faz pouco mais do que acessar o Facebook e o WhatsApp? Ou é do tipo que ancora sua existência no mundo online, usando a rede para se informar, ver a previsão do tempo, pagar contas, procurar relacionamentos, ouvir música, assistir a seriados de TV, dentre muitas outras atividades?
Se você se encaixa na segunda opção, pode se considerar um “maduro digital”. De acordo com uma pesquisa do Ibope sobre hábitos na internet, cedida com exclusividade para o Estado, a maturidade digital está relacionada ao número de atividades realizadas na rede. “Imaturos” realizam de 1 a 5 atividades. No meio-termo, estão os que fazem de 6 a 10 atividades. Já aqueles que atingiram a maturidade digital são pessoas que praticam de 11 usos distintos da rede para cima.
A boa notícia é que, com 63% de seus 84 milhões de usuários de internet (segundo a Comscore) na categoria dos 11 usos ou mais, o Brasil pode ser considerado um país digitalmente maduro. Por outro lado, quando se considera as atividades individualmente, se observa discrepâncias grandes entre os tipos de atividade. No topo do engajamento estão, como era de se esperar, as redes sociais. Na outra ponta, atividades como fazer cursos online, procurar emprego ou realizar compras pessoais têm adesão baixa no Brasil.
A pesquisa entrevistou cerca de 20 mil pessoas entre fevereiro de 2014 e março de 2015 e considerou o uso da internet via web e móvel. Quando comparados a dados de 2005 do próprio Ibope, fica clara a evolução. Há dez anos, apenas 44% das pessoas que utilizavam a internet realizavam uma diversidade maior de atividades.  Continue lendo >>>

28/06/15

21 Ilustrações divertidas provando que o mundo mudou – para pior!

Com certeza, você já falou ou ouviu falar sobre hábitos e costumes de tempos passados (nem tão distantes assim) e como a era tecnológica em que vivemos contribuiu para uma mudança radical na forma como interagimos e fazemos as coisas.
Todos nós nos encaixamos em algumas, ou mesmo várias, das ilustrações mostradas aqui, então não veja como crítica individual. As ilustrações são provocantes, mas com relação à sociedade como um todo. Continue lendo>>>

19/02/15

"Pai da internet" alerta: podemos ser apagados da História

Um dos “pais da internet”, Vint Cerf, que participou da criação do protocolo TCP/IP, alerta: historiadores do futuro terão grandes dificuldades de encontrar registros dos nossos tempos atuais.
Segundo ele, o século 21 está entrando no que ele chama de uma “Idade das Trevas digital”, que fará que boa parte do que a nossa sociedade produz e produzirá se perca para sempre pela incapacidade de guardar informação de um modo que seja acessível no futuro.
Cerf diz este é o novo foco de seu trabalho, com a meta de solucionar o problema que pode erradicar a história contemporânea.
“Eu me preocupo muito com isso. Nós já experienciamos coisas assim. Formatos velhos de documentos ou apresentações que criamos já podem não ser mais acessíveis na última versão dos softwares que usamos porque retrocompatibilidade não é sempre uma garantia”, lembra ele.
E ao longo de décadas e séculos, a tendência é só piorar. “Com o passar do tempo, nós teremos vastos arquivos de conteúdo digital que nós não sabemos do que se trata”, explica Vint Cerf.
Sua ideia para tentar solucionar o problema é armazenar cada software e cada hardware em uma espécie de museu digital armazenado em servidores na nuvem. Ele propõe que seja feita uma espécie de “raio X” do conteúdo, da aplicação, do sistema operacional e da máquina juntos para preservá-lo para o futuro, permitindo a recriação do passado no futuro. Continue lendo >>>